sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Gladiadores na Arena

GLADIADORES: DE VOLTA À VIDA  
FONTE: Discovery Channel / YouTUBE
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Gladiador era um lutador escravo treinado na Roma Antiga. O nome "Gladiador" provém da espada curta usada por este lutador, o gladius (gládio). Eles se enfrentavam para entreter o público, e o duelo só terminava quando um deles morria, ficava desarmado ou ferido sem poder combater. Nesse momento do combate é que era determinado por quem presidia aos jogos, se o derrotado morria ou não, frequentemente influenciado pela reacção dos espectadores do duelo. Alguns dizem que bastava levantar o polegar para salvar o lutador, outros dizem que era a mão fechada que deveria ser erguida.
Entretanto alguns estudos relatam que nem sempre o objectivo era a morte de um dos gladiadores, haja vista, que isso geraria ónus para o estado romano. Argumenta-se que o principal objetivo era o entretenimento da plateia. Faziam parte da política do "pão e circo" (panis et circencis).


Pouco comum era que um romano de alta posição social, mas arruinado, se relacionasse como gladiador a fim de garantir a própria defesa, ainda que de maneira arriscada. Ser proprietário de gladiadores e alugá-los era uma actividade comercial perfeitamente legal.

As primeiras lutas conhecidas aconteceram em Roma em 286 a.C., no começo da Primeira Guerra Púnica. Porém o esporte teve início com os Etruscos. Durante cerca de sete séculos, as lutas dos gladiadores, entre si (ordinarii) ou contra animais ferozes, o que era menos valorizado e prestigioso para os lutadores, foram os espectáculos preferidos dos romanos. O Coliseu, era o principal palco dessas lutas, em Roma, e suas ruínas ainda se constituem numa atração turística da cidade. No ano de 73 a.C., aconteceu a terceira guerra contra escravos, que teve início com um gladiador, de nome Espártaco. Este liderou um grupo rebelde de gladiadores e escravos, que assustou a então República Romana. A revolta terminou dois anos depois graças a Marcus Crassos. Depois disso os lutadores eram vistos com medo nas épocas de crise.

Para as lutas eram reunidos prisioneiros de guerra, escravos (devido ao tratamento mais humano e à possibilidade de alcançar a fama e até mesmo a liberdade, ser um gladiador era melhor do que ser um escravo comum) e ainda autores de crimes graves - mas na época dos imperadores Cláudio I, Calígula e Nero a condenação à arena foi estendida às menores culpas, o que aumentou o interesse pelas lutas. Dois imperadores participaram de lutas, obviamente vencendo, foram eles Calígula e Cómodo. Com o advento do Cristianismo as lutas foram banidas no reinado de Constantino I, no ano 325 Mas embora tenham decaído, os espetáculos de gladiadores sobreviveram por mais de um século após a proibição.Tendo sido o papa Santo Inocêncio I que o terá definitivamente conseguido junto ao imperador Honório.

Por: Carlos Nanes
Todos os direitos das fontes preservadas.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Roma e sua Arquitetura

A ARQUITETURA ROMANA - VÍDEO CONSTRUINDO UM IMPÉRIO
FONTE: Enciclopédia Livre e YouTUBE  /  THE HISTORY CHANNEL
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A arquitetura Antiga Romana é um importante legado da civilização romana para o mundo ocidental. Embora às vezes considerada como derivada da arquitetura grega, diferenciou-se por características próprias. Alguns autores agrupam ambos estilos designando-os por arquitetura clássica.
Alguns tipos de edifícios característicos deste estilo propagaram-se por toda a Europa, nomeadamente o aqueduto, a basílica, uma grande rede de estradas, a domus (residência), arcos do triunfo e o Panteão. Os monumentos romanos se caracterizam pela solidez; aprenderam com os etruscos o emprego do arco, assim como a abóbada ou teto curvo, que os gregos e egípcios não conheceram. Construíram também catacumbas, fontes, obeliscos,pontes e templos.

A longevidade e a extensão do Império Romano explicam o porquê de monumentos e edificações serem tão notáveis e numerosos em comparação com outras civilizações antigas. Construções importantes foram executadas na época da República e do Império. O Panteão, por exemplo, atravessou os séculos e chegou à atualidade em bom estado de conservação. O local, cujo diâmetro da planta baixa é igual à altura da cúpula, erguido para servir de morada dos deuses, representa um dos marcos da engenharia e arquitetura romanas.

As estradas construídas pelos romanos também revelam técnicas sofisticadas de construção. É o caso da Via Appia, a mais famosa das estradas que saíam de Roma. Outro ponto de destaque da arquitetura da época são os aquedutos, exemplo da associação entre construção e funcionalidade. Eles propiciaram o abastecimento das cidades antigas com a chegada de água originária de colinas e montanhas a mais de 80 quilômetros de distância.



Algumas características da arquitetura da Roma antiga ainda hoje são usadas. Os aquedutos continuam a fornecer água para algumas vilas modernas. As abóbadas instaladas desde os tempos da Antiguidade Clássica pelos romanos ainda compõem alguns núcleos de casas. E o cimento, que começou a ser usado na época da República de Roma, ainda é importante elemento de construção.

A arquitetura romana caracterizou-se pela forte influência dos modelos etrusco e grego, e pode ser dividida em duas fases estilísticas: primeiro o estilo pré-imperial (republicano), e posteriormente o estilo imperial. Enquanto o estilo republicano se consolidou principalmente na arquitetura, como são exemplos o Teatro de Marcelo e a Basílica Júlia, o estilo imperial se expandiu no domínio das artes.

Diferentemente da arquitetura grega, na romana o trabalho técnico dos engenheiros era predominante. As soluções para novos modelos de construção são mais importantes que a decoração artística, de forma que a funcionalidade sobressai. Ainda hoje temos exemplos desse traço da arquitetura romana nas ruínas de vários edifícios, pontes, aquedutos e outras obras, além das rotas que ligavam o Império Romano, como a Via Appia (312 a.C.) e a Via Flaminia (220 a.C.).

Entre as inovações técnicas, o período republicano destacou-se pelo uso de uma espécie de cimento, composto por diferentes materiais, que permitiram um melhor desenvolvimento das construções. Além das pedras e tijolos utilizados, o cimento romano permitia a formação de uma liga na junção dos materiais, tornando as construções mais sólidas. A partir do século II a., os arquitetos trabalhavam com dois novos materiais de construção: o opus caementicium (concreto armado) e olatericium (ladrilho que tinha mais versatilidade que o concreto). Com combinação dos dois novos materiais era possível construir obras de enormes dimensões e ao mesmo tempo leves. Os principais materiais utilizados nas construções eram pedra cortada em blocos regulares, tijolo de concreto, alvenaria, madeira, gesso, mármore e azulejos.

Outra mudança ocorrida nas formas de construção e nos materiais utilizados foi a retomada do uso do mármore no período da República Romana. A variedade de materiais antes empregada, como a argila, o calcário e algumas pedras específicas, utilizadas pelos etruscos, cedeu lugar ao mármore, apontando a forte influência grega neste período. Também as abóbadas surgiram do projeto dos gregos, mas foram os romanos que conseguiram empregá-las nas construções, expandindo o seu uso para os espaços externos dos edifícios. Aperfeiçoando a forma, criaram as abóbadas em berço e as abóbadas de aresta, transformando-a no elemento central da sua arquitetura.

Os arcos também são considerados característicos na arquitetura romana e é nos aquedutos que o seu uso é mais perceptível. Os arcos sustentam a estrutura e transformam a construção em obra de arte, tornando harmônica a obra. O exemplo mais surpreendente de aqueduto romano ainda hoje é a Pont du Gard perto de Nîmes, na França. Os aquedutos possibilitaram o uso mais abrangente da água, que por meio destes podia ser escoada para as cidades e locais distantes da fonte.

As basílicas, outro exemplo da arquitetura romana, eram grandes edifícios construídos em praça pública que abrigavam diversas funções: profanas, políticas, comerciais e judiciais. Pela largura da construção, abrigavam todos os elementos arquitetônicos e artísticos da época. Em geral o espaço alongado era sustentado por colunas em arco e as laterais abrigavam abóbadas nos tetos.

Durante o período republicano outro aperfeiçoamento arquitetônico a partir do modelo grego aconteceu no teatro. Mantendo o espaço aberto utilizado pelos gregos, os romanos, no entanto, introduziram novas características. O teatro antes construído sobre uma depressão para facilitar a localização da plateia passou a ser construído em solo plano. A divisão entre a plateia e o palco é feito por uma linha reta, e constrói-se uma fachada ao fundo do palco, inovando a dimensão espacial.

Na construção dos templos, os romanos empregaram os estilos de capitel grego nos adornos das suas colunas, valorizando o estilo coríntio com folhas de acanto em favor do dórico e do jônico, menos rebuscados.

Por: Carlos Nanes
Todos os direitos das fontes preservadas

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O QUE ESTOU OUVINDO - JAZZ MUSIC SOUND


A MÚSICA JAZZ

O jazz é uma manifestação artístico-musical originária dos Estados Unidos. Tal manifestação teria surgido por volta do início do século XX na região de Nova Orleães e em suas proximidades, tendo na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam um de seus espaços de desenvolvimento mais importantes.
O Jazz se desenvolveu com a mistura de várias tradições musicais, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava blue notes, chamada e resposta, forma sincopada, polirritmia, improvisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos para o Jazz são aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metais, palhetas e baterias. No entanto, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.
As origens da palavra Jazz são incertas. A palavra tem suas raízes na gíria norte-americana e várias derivações têm sugerido tal fato. O Jazz não foi aplicado como música até por volta de 1915. Earl Hines, nascido em 1903 e mais tarde se tornou celebrado músico de jazz, costumava dizer que estava "tocando o piano antes mesmo da palavra "jazz" ser inventada".

Desde o começo do seu desenvolvimento, no início do século XX, o Jazz produziu uma grande variedade de subgêneros, como o Dixieland da década de 1910, o Swing das Big bands das décadas 1930 e 1940, o Bebop de meados da década de 1940, o Jazz latino das décadas de 1950 e 1960, e o Fusion das décadas de 1970 e 1980. Devido à sua divulgação mundial, o Jazz se adaptou a muitos estilos musicais locais, obtendo assim uma grande variedade melódica, harmônica e rítmica.

Por volta de 1808 o tráfico de escravos no Atlântico trouxe aproximadamente meio milhão de africanos aos Estados Unidos, em grande quantidade para os estados do sul. Grande parte dos escravos vieram do oeste da África e trouxeram fortes tradições da música tribal.[4] Em 1774 um visitante os descreveu, dançando ao som do banjo de 4 cordas e cantando "a música maluca", satirizando a maneira com que eram tratados. Uma década mais tarde Thomas Jefferson similarmente notou "o banjar, que foi trazido da distante África". Foi feita de cabaça, como a bânia senegalesa ou como a akonting do Oeste da África. Festas de abundância com danças africanas, ao som de tambores, eram organizadas aos domingos em Place Congo Nova Orleães, até 1843, sendo como uma festa similar em Nova Orleães e Nova Iorque.
Escravos da mesma tribo eram separados para evitar formações de revolta. E, pela mesma razão, nos estados da Geórgia e Mississippi não era permitido aos escravos a utilização de tambores ou instrumentos de sopro que fossem muito sonoros, pois poderiam ser usados no envio de mensagens codificadas. Entretanto, muitos fizeram seus próprios instrumentos com materiais disponíveis, e a maioria dos chefes das plantações incentivaram o canto para que fosse mantida a confiança do grupo. A música africana foi altamente funcional, tanto para o trabalho quanto para os ritos.
As work songs e field hollers incorporaram um estilo que poderia ser ainda encontrado em penitenciárias dos anos 60, e em um caso eram parecidas com uma canção nativa ainda utilizada em Senegal. No porto de Nova Orleães, estivadores negros ficaram famosos pelas suas canções de trabalho. Essas canções mostravam complexidade rítmica com características de polirrítmica do jazz. Na tradição africana eles tinham uma linha melódica e com o padrão pergunta e resposta, contudo, sem o conceito de harmonia do Ocidente. O ritmo refletido no padrão africano da fala e o sistema tonal africano levaram às blue notes do jazz.
No começo do século XIX, um número crescente de músicos negros aprendiam a tocar instrumentos do ocidente, particularmente o violino, provendo entretenimento para os chefes das plantações e aumentando o valor de venda daqueles que ainda eram escravos. Conforme aprendiam a música de dança europeia, eles parodiavam as músicas nas suas próprias danças cakewalk. Por sua vez, apresentadores dos minstrel show, euro-americanos com blackface, estilo de maquiagem usado para sátira, popularizavam tal música internacional, a qual era combinação de síncopas com acompanhamento harmônico europeu. Louis Moreau Gottschalk adaptou música latina e melodia de escravos para músicas de piano de salão, com músicas tais como Bamboula, danse de nègres de 1849, Fantaisie grotesque de 1855 e Le Banjo, enquanto sua música polka Pasquinade, em torno do ano 1860, antecipou ragtime e foi orquestrado como parte do repertório de concerto da banda de John Philip Sousa, fundada em 1892.
Outra influência veio dos negros que frequentavam as igrejas. Eles aprenderam o estilo harmônico dos hinos e os adaptavam em spirituals. As origens do blues não estão registradas em documentos, entretanto, elas podem ser vistas como contemporâneas dos negro spirituals. Paul Oliver chamou a atenção à similaridade dos instrumentos, música e função social dos griots da savana do oeste africano, sob influência Islâmica. Ele notou estudos mostrando a complexidade rítmica da orquestra de tambores da costa da floresta temperada, que sobreviveram relativamente intacta no Haiti e outras partes do oeste das Índias mas não era farta nos Estados Unidos. Ele sugeriu que a música de cordas do interior sudanês se adaptou melhor com a música popular e baladas narrativas, dos ingleses e dos donos de escravos scots-irish e influenciaram tanto o jazz como o blues.
Caso deseje ouvir um desses cds é só postar sua opinião sobre esse assunto ou qualquer outro logo abaixo e especificar qual cd deseja.

Por: Carlos Nanes

EGITO ANTIGO - AS MÚMIAS

HISTÓRIA E PROCESSO DE MUMIFICAÇÃO NO EGITO ANTIGO
Enciclopédia Livre mais 5 vídeos da DISCOVERY CHANNEL sobre mumificação

MÚMIAS
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Uma Múmia é um cadáver, cuja pele e órgãos foram preservados intencional ou acidentalmente pela exposição a produtos químicos, frio extremo (múmias de gelo), umidade muito baixa e etc. Atualmente, o mais antigo cadáver humano mumificado (naturalmente) descoberto foi uma cabeça decapitada, com de 6.000 anos, encontrado em 1936. As múmias mais famosas são as egípcias, destacando-se as dos faraós, Tutancâmon, Seti I e Ramsés II, embora a primeira múmia egípcia conhecida, apelidada de "Ginger", remonta a cerca de 3300 a.C...

Múmias humanas de outros animais têm sido encontradas em todo o mundo, tanto como resultado da preservação natural através de circunstâncias incomuns, como pelo uso de artefatos culturais para preservar os mortos; por exemplo, há mais de 1.000 múmias preservadas pelo clima seco em Xinjiang na China, e mais de um milhão de múmias de animais foram encontrados no Egito, muitos dos quais são gatos.

MÚMIAS NATURAIS
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As múmias naturais são muito raras, pois são necessárias condições específicas para a sua formação, entretanto este processo produziu as múmias mais antigas conhecidas. A múmia mais conhecida é Ötzi the Iceman, congelado em uma glaciação, nos alpes Ötztal, em torno de 3300 a.C. e foi encontrada em 1991. Uma outra múmia mais antiga, no entanto menos preservada, foi encontrada em Nevada, EUA em 1940, e foi datada com carbono-14 em torno de 7400 a.C.

Em alguns países da Europa, como Reino Unido, Alemanha, Suécia e Dinamarca possuem regiões pantanosas, chamadas de bogs. Nestes terrenos a acidez da água, as baixas temperaturas e a falta de oxigênio são combinados para curtir os tecidos moles dos corpos escondidos nas águas, normalmente sacrifícios rituais e assassinatos. Tais múmias são extremamente bem consevadas, normalmente os esqueletos se decompõe, mas em alguns casos é possível determinar última refeição do conteúdo estomacal.

Em 1972, foram descobertas oito múmias extraordinariamente bem conservadas em uma comunidade Inuit, chamada Qilakitsoq, na Groelândia. As "Múmias da Groelândia" é um grupo formado por um bebê de seis meses, um garoto de quatro anos e seis mulheres de várias idades, que morreram há aproximadamente 500 anos. Os corpos foram mumificados por causa das temperaturas abaixo de zero e os ventos secos que cercam a caverna onde foram encontrados.

Algumas das mais bem preservadas múmias datam do período Inca no Peru, há 500 anos atrás, quando crianças sacrificadas em ritos eram colocadas nos picos das montanhas da Cordilheira dos Andes. O clima frio e seco age na preservação dos corpos.

No estado de Guanajuato, México foram descorbertas múmias em um cemitério da cidade chamada Guanajuato, a nordeste da Cidade do México. Estas são múmias modernas acidentais e foram literalmente desenterradas entre os anos de 1896 e 1958, quando o governo local exigia o pagamento de uma espécie de taxa. As múmias de Guanajuato estão expostas no Museu de las momias em uma colina com vista para a cidade.

Exemplos de múmias naturais

MUMIFICAÇÃO
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Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamadas de múmias. O processo de mumificação durava cerca de 70 dias.

A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os órgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, há exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.

Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante 70 dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.

MUMIFICAÇÃO SOLAR DO EGITO
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O Faraó morreu e o seu cadáver é cozinhado até as carnes se desprenderem dos ossos. Os ossos são pintados de vermelho, enfaixados, fazendo-se uma estocagem na múmia com gesso. Pinta-se o retrato da pessoa na própria múmia. E esta se forma ao mesmo tempo em uma estátua Ka, ou seja, uma estátua que vai abrigar a alma do morto. Deixavam o corpo ao Sol, pois acreditava-se que o Sol era o principal deus e traria luz para a alma.


Espero ter contribuído de alguma forma para acressimo do conhecimento de cada um já que acredito e sei que a melhor e a maior de todas as coisas é o poder de saber.


Por: Carlinhos Nanes
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

RELACIONAMENTOS E AMORES QUE NÃO ACONTECEM - primeira parte de quatro

RELACIONAMENTOS E AMORES QUE NÃO ACONTECEM - PARTE I
Por: Carlos Nanes

Talvez o pior de todos os sentimentos seja justamente aquele no qual sonhamos e desejamos tanto que nos esquecemos até de nós mesmos e de que, o curso da história pode mudar. Deixe-me ser claro diante do que escrevo,  no geral, sonhamos com algo que nos faça muito bem, que satisfaça nosso íntimo, nosso status, nossa vida quer seja emocional, física ou financeira. Esses sonhos são tão arraigados e profundos que levam consigo a realidade da possibilidade negativa de não acontecerem. Não sei se você pode me compreender, mas se refletir um pouco sobre essas questões verá que isso é a mais pura e vivida realidade. Quem é que nunca sonhou, planejou, imaginou e até mesmo comprou tudo ou parte de tudo daquilo que os seus sonhos planejaram e de repente foi-se por rio abaixo? E quem é que pelo menos uma vez na sua vida não lutou por alguém ou coisas a qual muitos diziam que isso não era e jamais poderia ser pra você? Acho que todos nós um dia se quer, nos permitimos a isso. Algumas pessoas por se sentirem mais aliviadas relatam suas histórias, comentam sobre os dissabores, sofrimentos e amargo fel que um dia passaram. Esses acasos e descasos geralmente terminam numa relutância quer por sua vontade, ou pela verdade emocional vivida mesmo não querendo, num processo de tristeza, ausência de direção, perca das vontades mais simples  e na inconsciência de que um amanhã ainda deverá existir. Isso é normal, e temos que respeitar o estado de cada um. Se sofremos, choramos e é tão difícil se desprender daquilo que um dia fez parte de nós é porque tal coisa ou pessoa tivera um significado tão extremo que parte da nossa história está ainda ligada ao que se perdera. Esse desligamento só virá com o tempo a superação levará ainda alguns dias, meses ou até anos para que se manifeste e seja percebida pelos os outros e principalmente por você.

Relacionamentos e amores que não acontecem são os mais simples e incríveis fatos onde cada um de nós estamos expostos quer procurando ou não. Não há como fugir disso, quem conseguiu é porque foi realmente agraciado pela mão divina e como o velho ditado conhecido diz: Os dedos da mão não são todos iguais, isso explica o que estou escrevendo, que a minha história e diferente da sua e vise e versa, cada um possui um tipo narrativo de vida. Uns sofrem demais, outros quase não sofrem e outros não sabem nem o que é.

Acho que posso falar com muita propriedade sobre o assunto porque na trajetória marcada das minhas experiências pude viver, sentir e sofrer o suficiente para compartilhar de coisas semelhantes as quais você um dia passou e quem sabe esteja passando. Serei bem sincero nas minhas palavras e no discorrer de todo o texto sobre diversas situações e questões relacionadas a amores e paixões que não acontecem. Também quero deixar claro que nem um nome ou fato que se aproxime demais dos casos reais serão expostos. O meu único desejo é fazer você se enxergar dentro desse círculo de desilusões e tentar fazê-lo ver  que mesmo sendo amargo e difícil os sonhos, um novo recomeço ainda é possível. Subtrair o estado de caos e perda por um novo e singular espetáculo de vida pode ser muito mais prazeroso do que o antigo estado de relacionamento que outrora se vivia.

O apego demasiado a alguém muitas vezes não credencia-se como amor, e sim, a um sentimento egoísta e possessivo levando seja homem ou mulher a enlaçasse no desenfreamento para manter o Ser afeto sob suas rédeas e controle. Traduzindo tudo ao pé da letra isso quer dizer: ...”se não for meu/minha não será de ninguém. É sem dúvida sentimento de controle e possessão e jamais poderá ser visto como genuíno amor. Até porque o amor não se porta com atitudes onde do ser amado é retirada sua vida, suas vontades e sonhos, seu caráter e até mesmo sua personalidade. Não quero dizer  que temos que aceitar os erros constantes e aprovar demasiada falta de senso e postura por parte daquele(a) que amamos mas pelo menos temos que manter um certo equilíbrio sem contanto perder-se no labirinto do descontrole sem noção. Um verdadeiro relacionamento onde existe genuinamente o amor a possessão e o descontrole são deixados de lado. O descompasso do “Eu” é posto em segundo plano e a necessidade é vista não só de um lado, mas de ambos. A tal sentimento de apego exacerbado nos leva a compreender que existe uma possível  sombra de escravidão, e toda e qualquer escravidão leva a rebelião direcionando-se finalmente para uma liberdade de desejar o retorno da sua vida com tudo que se atrela a ela e o exercício comum de respirar.

Um fato muito importante que temos de considerar sempre que nos relacionamos com uma nova pessoa é a possibilidade de que tal envolvimento talvez não se complete da maneira que esperamos que o seja. Não estou ensinando você a ser pessimista, e sim tentando mostrar  certas coisas que muitos não querem enxergar. É mais fácil superar sentimentos que se perdem conscientemente do que ser pego desprotegido pelo acaso ou situação inesperada. Quando esperamos ou pelo menos imaginamos que certa situação, relacionamento ou sentimento não correspondem ao anseio que buscamos; se estivermos preparados para isso, já temos prioritariamente um rumo, uma direção e será mais consciente ao coração e consequentemente menos doloroso para o que se sente. Nos casos onde há incompatibilidades os exemplos são variados, são diferentes no pensar, são diferentes nos gêneros, são diferentes na crença e na espiritualidade, o caminho de ambos na maioria das vezes tendem a ser opostos e os interesses seguem mais ou menos por esse lado. As incompatibilidades na maioria das vezes não irão aparecer logo no início, elas começaram a surgir bem antes da metade do relacionamento e algumas vezes essas mesmas afloram quando já estão casados, em casos como esse ou um ou os dois iniciam-se num processo doloroso, cansativo e muito estressante de se manter vivo o ato conjugal. Um conselho que deixo pra qualquer um que lê esta exposição, é que antes mesmo de se relacionar com uma nova pessoa tente primeiramente conhecê-la bem, procure saber sobre seus costumes, seus hábitos, tente enxergar quem é ele(a) por dentro, faça perguntas sutis sobre seus sonhos, para onde deseja ir, os planos para vida, seus familiares e etc. Um outro teste que funciona muito bem e tenho como infalível é justamente trazer essa pessoa para o seu convívio diário e se permitir ao dela também. É possível sabermos quem são as pessoas no meio de quem elas vivem, a capacidade de observação e estudo se aguça em quase 70%. Isso tudo se dá ao fato de que ninguém consegue manter-se por muito tempo sob uma capa ou máscara, e que no meio dos seus todos se mostram quem realmente são e quando não é assim, os que o rodeiam prontamente manifestam quem ele ou ela é. Acredite, o processo pode ser lento e muito chato mais indubitavelmente funciona e poupa muita gente de dissabores.  Prender alguém ao seu território só irá trazer mais cedo ou mais tarde desconforto, desconfiança e com máxima certeza  afirmo o campo de tal casal será tido como minado, perigoso e altamente explosivo. Como já falei anteriormente conhecer e entender o universo do ser amado é sem sombra de dúvida ponto de partida para o início ou não de um possível relacionamento. Quando me refiro a conhecer estou dizendo de verdade conhecer, mesmo sabendo que isso leva tempo. Se você vive ou algum dia viveu algo assim já deve está percebendo que o final dessa história nada mais se correlata a não ser a separação.

Manter as emoções em rédeas exige um leque de fatores relacionados a experiências e maturidade conquistadas com os aclives e declives da vida. Não é fácil nem tão pouco simples requer de nós paciência, auto controle  e fixamente um alvo para acertar. Sem essas coisas acredito ser impossível manter-se firme em seu posto. Não estou expondo um manual de como devemos fazer ou deixar de fazer, apenas estou deixando fatos, relações e conclusões que sabemos sim, mas as mesmas são esquecidas na hora H. As emoções trazem felicidade e ao mesmo tempo tende a dissabores e devem fazer parte do cotidiano tradicional ou inesperado de cada um de nós. No fundo no fundo ninguém se conhece realmente, as reações são na maioria das vezes  surpresas para aqueles que estão ao nosso redor e principalmente para nós. Quando pensamos que vai acontecer não acontece, e quando temos a certeza que não,  o enredo muda completamente fazendo-nos mudar o caminho ou procurar uma nova saída, estou me referindo a tudo principalmente a coisas do coração e a integridade. Vou citar um exemplo pratico de reações não reconhecidas  uma garota loucamente apaixonada pelo seu namorado diz sempre a ele que jamais cometa o erro de trai-la ou engana-la com mentiras, porque num dia que ela souber que tais coisas aconteceram nunca mais irá olhar em seus olhos, nunca mais e em hipótese alguma dará um voto de confiança ao mesmo e todo sonho apaixonado que os dois vivera irá de uma vez por todas ter fim. Isso soa como um aviso de medo insegurança e precaução.É de certa forma normal que algumas pessoas digam isso sejam elas homem ou mulher até porque vivemos num tempo de tanta mentira, engano e traições que a mente chacoalhada por essa balburdia negativa de desvalorização dos princípios mais simples da ética humana tenha-se o receio e o medo de ser traído ou traída.
Então, num certo dia quando tudo parece muito bem e favorável o que estava oculto vem a revelar-se, aquilo que mais se temia torna-se real repugnantemente desagradável e vergonhoso,  a garota indubitavelmente apaixonada é pega de surpresa por uma indagação de uma de suas amigas que por um acaso do nada reconhece seu namorado por meu de uma foto mostrada pela própria namorada numa dessas redes sociais. A conversa entre as duas segue:

...Ei menina, eu conheço teu namorado...!!!
A namorada diz com tom de espanto e receio: De onde amiga?!  
A amiga: Há... de uma festinha que houve perto da minha casa.
A namorada: Festinha??? Quando foi essa festinha???
A amiga responde: Uns dias ou meses atrás, foi legal conheci ele lá, inclusive ele...
A namorada indaga: Ele o quê?
A amiga diz: Nada de mais besteira somente...
A namorada indaga mais uma vez: Ele ficou com alguém???
A amiga responde: Ele ficou com uma colega minha havia já algum tempo que rolava um clima entre  eles e nessa festa de aniversário os dois resolveram ficar, e ficaram toda à noite...
A namorada meu tremula e já excitada desconfortavelmente pergunta: Quantos meses mais ou menos???
A amiga sabendo do fez o que disse tenta amenizar a situação e diz: Amiga deixa isso pra lá, o que aconteceu foi a meses atrás e não tem mais nada a haver.
A namorada insisti: Amiga por favor não me esconda nada não minta pra mim quantos meses faz que ele ficou com essa garota???
A amiga sem ter mais como se sair da situação abre o jogo dizendo: A pelo menos dois meses atrás que eles ficaram e depois daquele dia alguns dizem que ficaram novamente e que ela está apaixonada por ele, as pessoas e ela sabem que ele tem uma namorada.

O desfecho dessa pequena história termina da seguinte forma, a namorada sabendo de tudo que acontecera convida o namorado para um dialogo o mesmo tenta encobrir o ato desmentindo toda versão, depois de ser pressionado e até quase forçado a verdade, conta tudo como acontecera deixando bem claro que o mesmo é sim o culpado pelas ações e vexame. A conversa entre os dois demora, ele por varias vezes chorando perde perdão e assevera que tal erro jamais se dará novamente e que promete mudar tendo apenas olhos e desejo por sua namorada e que seria capaz de qualquer coisa pelo perdão e restituição do seu relacionamento implora uma vez mais: “Por favor me perdoa...” essas são suas últimas palavras.

Olhando fixamente nos olhos dele ela pergunta se toda aquela sena era real ou apenas um teatro barato, o rapaz condizente ressalta que é a mais pura e genuína verdade é que precisa do seu perdão. Então, prontamente a mesma o perdoa-o, garantindo a ele a oportunidade de refazer e a ela a oportunidade de ainda está ao seu lado. Casos reais e reações não reconhecidas isso acontece frequentemente.

Talvez você esteja dizendo que essa garota seja uma tola e sem juízo, mas já vi muita gente engolindo o que disse que faria e voltando a rever palavras e ações que pareciam ser tão firmes e decididas. Vi gente pedindo perdão por coisas medonhas e pequenas, vi gente se desdobrando e descendo do pedestal pelo ser amado e vi gente orgulhosa insubmissa e audaz reconhecer seu erro chorando e implorando perdão e mais uma chance. Acredite de verdade, nós não nos conhecemos como somos realmente a situação ‘muitas vezes’ é que faz o nosso verdadeiro ser aparecer!

Há ainda outras situações que são  contrarias a essa  que acabei de escrever onde parece que a mesma ou o mesmo são capazes de perdoar ou relevar o problema mais na verdade aplicam a máxima pena ao erro que no caso seria a total separação evitando-se o mínimo de contato com o que se foi. Também temos um caso de separação que se dar não de imediato mais gradativamente muito lento, descompassado e cansativo é justamente aquele onde há o perdão mais a confiança e a vida natural que se tinha já não existe mais. Sobre isso há muito a se tratar mas acho melhor falar depois.

Essa foi a primeira exposição sobre RELACIONAMENTOS E AMORES QUE NÃO ACONTECEM
Em breve estarei postando a segunda de quatro partes sobre o assunto. 
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

De Volta ao meu Blog e outras coisas...

De volta ao meu Blog depois de 15 dias distante do meu dia a dia estou ansioso e cheio de coisas pra escrever e compartilhar. Estive pensando por duas semanas que mesmo que alguns não deem valor ou simplesmente ignorem  o que escrevo  não vou parar, sempre tive desejo de deixar alguma coisa de valor e sei na verdade  que quando nos empenhamos para algum fim, mais cedo ou mais tarde seremos reconhecidos. Apesar de não ter divulgado o Blog como deveria e nem ter colocado ferramentas que o torne conhecido já rolou bons comentários sobre o mesmo, isso é um bom sinal! Agradeço a todos pelo Feedback 


SHERLOCK HOLMES - O Jogo de Sombras
http://sherlockholmes2.warnerbros.com/app#


Hoje 23/01/2012 vou ao cinema com uma garota incrível e cibernética a companhia dela me faz bem e temos pequenas histórias que se cruzam fazendo cada um de nós ter a sensação que algo a mais pode acontecer e que os nossos destinos quem sabe Deus seja apenas um. O que é improvável pode se tornar real. Espero não cair do cavalo nem ser subtraído de emoções...

Falando sério, agora estou em dúvida sobre os filmes mas acho que essas duas opções sejam boas. A primeira: SHERLOCK HOLMES O JOGO DAS SOMBRAS, e a segunda IMORTAIS um filme épico.
Vamos ler o que diz sobre os mesmos e quem vai sair ganhando no dia de hoje.    Shopping Boa Vista ou Shopping Boa Viagem um desses dois deverá sediar nossa breve diversão.


COMENTÁRIO E SINÓPSE

Para um personagem secular, Sherlock Holmes  está bem na moda. Além desta franquia de filmes estrelada por Robert Downey Jr. e que traz Jude Law como Watson, a criação de Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930) também está na TV, com uma série da BBC que o coloca resolvendo crimes nos dias de hoje, além da sua versão médica chamada House. E como toda pessoa inteligente - e nós sabemos como ele é acima da média - Sherlock Holmes aprende com os seus erros.


Neste segundo filme dirigido por Guy Ritchie, toda a ação exagerada do terceiro ato é dissolvida em várias outras boas sequências, dando ao cérebro (nosso e do personagem) mais espaço para trabalhar. Não me entenda mal, a história continua cheia de aventuras, perseguições e pancadaria, mas tudo isso aparece agora envelopado em uma trama mais atraente para quem sempre gostou das investigações conduzidas pelo teimoso, egocêntrico e genial personagem. Muito disso graças ao vilão escolhido, o grande arqui-inimigo de Sherlock, Moryarty. O personagem já havia aparecido nas sombras durante o primeiro filme, mas agora finalmente mostra sua cara.
Especulava-se durante o primeiro filme que Moriarty poderia ser interpretado por Brad Pitt, que havia feitoSnatch com Ritchie, mas não dá para reclamar da performance do escolhido Jared Harris (Mad Men). Falta-lhe o carisma do marido da Angelina Jolie, mas tudo bem, afinal ele é o vilão, e Harris dá ao personagem a astúcia necessária para alguém que se acha acima da média e trava uma poderosa batalha com Sherlock. O embate derradeiro entre os dois - ao lado de um tabuleiro de xadrez - é uma das melhores cenas da franquia até agora, pois dá uma nova utilização a um efeito que já começava a ficar enfadonho, de tanto que havia sido utilizado.
Outra cena que chama muita atenção é a fuga pela floresta. Para filmá-la, o cineasta utilizou a câmera Phanton, que grava até mil quadros por segundo (uma câmera normal faz 24). Correndo com ela através das árvores, vemos a potência dos disparos feitos contra nossos heróis, que passam em altíssima velocidade destruindo tudo ao seu redor. É o arsenal que Moriarty quer espalhar pela Europa, plano que Sherlock vai desvendando aos poucos.


A trama é uma versão macro do que se vê no livro O Problema Final (1893), em que o detetive começa a suspeitar que uma série de roubos não poderia ser mero acaso e que alguém maior por trás de todos eles. Em O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes - The Game of Shadows), tudo isso é expandido para muito além de Londres, levando o investigador e seu parceiro Dr. Watson à França, Alemanha e Suíça, para tentar deter Moriarty e a primeira Guerra Mundial. A cada novo cenário são mostrados o desenvolvimento presente no fim do século 19, como a construção do metrô de Londres e a basílica da Sacré-Coeur, em Paris.


Além de Watson, que agora está casado com Mary (Kelly Reilly), Sherlock utiliza também a ajuda de seu irmão, o não menos excêntrito Mycroft (Stephen Fry) e a cigana Simza (Noomi Rapace). Aliás, as cenas de ação em que a atriz sueca aparece são pontuadas por uma empolgante trilha sonora composta por Hans Zimmer (Batman - O Cavaleiro das Trevas), que mais uma vez utiliza violinos. Falta à Simza, porém, algo para ganhar o público. Os roteiristas acertaram ao não colocá-la para substituir Irene Adler (Rachel McAdams) como interesse romântico de Sherlock, mas sem este elemento, lhe falou algo que fizesse o público se interessar mais pela personagem. 

Com mais acertos do que erros, Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras consegue superar o primeiro filme, mantendo o personagem divertido o suficiente para um cada vez mais elementar terceiro filme.

Essa seria a minha primeira opção acho que deve ser um filme muito bom e cheio de aventuras.

Fonte: CINEPOP
IMORTAIS
http://www.imortaisofilme.com.br/

COMENTÁRIO E SINÓPSE

Quando Tróia falhou em 2004 em tornar-se o filme que o estúdio desejava, fazendo US$ 490 milhões no mundo a partir de orçamento de US$ 175 milhões (esperava-se muito mais), analistas acharam que se tratava do fim dos épicos gregos. O gênero havia se tornado caro demais. Três anos depois, porém, com 300, o cineasta Zack Snyder mostrou que dava para realizar um filme baseado em histórias da antiguidade, com legiões engalfinhadas em combate e criaturas fantásticas, por muito menos. Com US$ 65 milhões, o filme gerou US$ 470 milhões, um sucesso que colocou no mapa a dupla de produtoresGianni Nunnari Mark Canton.
Rapidamente, comentou-se que o novo formato - o uso maciço de computação gráfica nos cenários e estilização dos gráficos - seria a saída para os épicos. Não foi. Nunnari e Canton não conseguiram emplacar mais nada depois de 300, apesar das diversas ameaças de retorno de um dos gêneros históricamente mais populares do cinema. Quatro anos se passaram até que um novo projeto nessa mesma linha estreasse, pelas suas mãos. Imortais(Immortals, 2011), dirigido por Tarsem Singh, porém, sofre com as comparações a 300.
Os dois filmes dividem o apreço aos clichês do gênero, claro, além de uma ou outra cena de câmera lenta que parece ter sido imposição dos produtores. Singh, porém, é muito mais atento aos detalhes que Snyder - ainda que menos dotado daquela empolgação "de macho". O diretor indiano floreia seu filme com belos figurinos, exageradíssimos, com adereços de cabeça de fazer inveja a carnavalesco carioca, e situa tudo isso em ambientes exóticos, que misturam o gosto pela arquitetura e pela decoração inusitadas. Os adornos têm uma funcionalidade sádica, algo que já fora notado em A Cela, que vale a visita... cada canto do filme, especialmente os que dizem respeito ao Rei Hipérion (Mickey Rourke, à vontade entre torturadores, frutas e escravas), é repleto de pequenas histórias visuais. O touro dourado, por exemplo, nem precisava ser aberto para ser compreendido.
 cenários e estilização dos gráficos - seria a saída para os épicos. Não foi. Nunnari e Canton não conseguiram emplacar mais nada depois de 300, apesar das diversas ameaças de retorno de um dos gêneros históricamente mais populares do cinema. Quatro anos se passaram até que um novo projeto nessa mesma linha estreasse, pelas suas mãos. Imortais(Immortals, 2011), dirigido por Tarsem Singh, porém, sofre com as comparações a 300.



Dramaticamente, porém, Imortais é bastante superficial. Pega pedaços da mitologia grega e os distorce, de maneira sisuda demais, para contar a história de Teseu (Henry Cavill), um bastardo que precisa tornar-se um líder, auxiliado por uma sacerdotisa do oráculo (Freida Pinto), para repelir um exército invasor. As forças do Rei Hipérion, em busca do mítico Arco de Épiro, pretendem vingar-se dos deuses, libertando a raça dos Titãs e deflagrando a guerra entre os imortais do título.

Cavill não segura a reponsabilidade e parece pouco entregue ao papel, seu primeiro de destaque no cinema depois de uma ótima participação na série The Tudors. O protagonista simplesmente não convence como o pobretão que sofre preconceito (inspirada no problema de castas da Índia; essa é a maior deturpação do mito, em que Teseu era príncipe) e que se torna um guerreiro carismático da noite para o dia. O elenco de apoio também não ajuda. Stephen Dorff salva-se como pode, Frieda faz adorável cara de preocupada e John Hurt (Hellboy) atua no automático, mas o núcleo de deuses-cool é o mais difícil de assistir. Isabel Lucas (Transformers 2), Kellan Lutz (Crepúsculo), Luke Evans (Fúria de Titãs) Peter Stebbins parecem mais posando para o calendário "Olimpo 2012" do que efetivamente gerando algum drama lá no alto do monte.

Fonte: Érico Borgo
29 de Dezembro 2011 

Essa são as duas opções você também pode assistir um desses filmes e depois fazer sua própria crítica deixando-a aqui no Blog.

Grande Abraço!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

15 dias fora !!!

Olá para aqueles que entrarem neste blog ! 

Dos dias 04 à 22 de Janeiro estarei ausente deste blog por motivos de viagem em um trabalho muito antigo e prazeroso que faço desde 1993. É um trabalho de certa forma missionário onde ensinamos crianças, adolescentes e jovens  a Palavra de Deus e temas como educação, ética, respeito e patriotismo. Os pais e outros familiares destes acampantes agradecem o esforço e o empenho que essa equipe realiza por 10 dias e nos ficamos muito felizes por tudo o que vemos e pelas realizações que acontecem ao nosso redor.

Em breve estarei postando um assunto que acredito que muita gente vai gosta, "Relacionamentos e Amores que não acontecem", todo mundo já vivenciou ou ainda vai vivenciar tal coisa e pode ter certeza você vai conseguir se enxergar no meio das várias linhas desta postagem.

Feliz 2012 Sucesso e nova mentalidade pra todos !!!

Carlos Nanes